A Vida segundo Marco Aurélio

A vida não é mais que um rio de coisas que passam e ficam perdidas. Observo algo por um instante e já passou e outras, e outras coisas irão passar… Em breve irá chegar-me a ordem: embarcaste; navegaste; chegaste; desembarcar o objeto da vida não é estar do lado da maioria, mas sim fugir para encontrarmo-nos nas filas dos loucos.

Há uma tendência em nós em querer ser mais um, a assustarmo-nos quando caminhamos ao contrário dos outros. No entanto, é mais importante ser capaz de refletir, de nos afastarmos da loucura das multidões e conseguirmos ser nós próprios mesmo com toda a dificuldade que implica separamo-nos da corrente.

Por isso, é necessário que a partir deste momento te apercebas de que mundo fazes parte e, assim compreenderás que a tua vida está circunscrita a um período de tempo limitado. Se não aproveitares esta oportunidade de acalmar, ela vai passar, e tu também irás passar, e já não vai haver outra oportunidade.

Vais libertar-te se executares cada ação como se fosse a última, fora de toda a irreflexão, de toda aversão apaixonada que te afaste do domínio da razão, de toda a hipocrisia, egoísmo e despeito no que se refere ao destino.

Nascemos para colaborar; assim como os pés, as mãos, as pálpebras ou as fileiras de dentes: superiores e inferiores. Trabalhar, pois, como inimigos uns dos outros é o contrário à natureza.

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